26 thoughts on “Feliz Ano-novo! VW Brasilia 4 portas!!! Blumenau, SC

  1. Que pena estar assim, carro bem raro nesta configuração 4 portas.; Aproveita para desejar um ótimo 2013 a todos no blog,mas que por favor não apareça nenhum clássico mais neste blog, ainda mais se for um Alfa Romeo 2300…

  2. Muitos nunca viram uma de perto, mas posso garantir que existem sim…hehehe

    Raridade encontrar uma 4 portas, agora nessas condições mais rara ainda.

    Rafael Barouki chega, né?
    Descanse um poquinho e pare de mandar raridades para o Russel…que faro!

    • Hahahaha.

      Estamos aí na atividade. Nunca canso de procurar raridades.

      Faro?? Imagina, eu tenho é saco. Saco para ficar revirando as cidades e os vales em busca de alguma relíquia. E garanto, tem vezes que vale muito a pena. 🙂

  3. Um bom sno de 2013, Rafael. Muito boa a foto da Brasília. O dono do Fusca ganhou uma pranche de surf no Natal e tá aguardando a chegada de um swell nas praias de Blumenau…rss.

  4. Caracas !!!
    Por acaso essas “réguas” são de um forro de madeira ?
    Pena uma 4 portas dessa estar no limbo, mas a caminho do purgatório …
    Por ser uma 4 portas estaria “forrada de razões” para estar entre os “viventes” …
    que lástima …

  5. Esses VW a ar, que já foram escárnio e resíduo há não muito tempo, em breve experimentarão uma boa cobiça no mercado (mais do que já experimentam). O grande “problema” foi a produção extensa e prolongada e o preço das peças extremamente reduzido – duas situações que tendem a se inverter em alguns poucos anos.
    Esta aí é o tipo da carcaça que merecia ser retirada daí e guardada em um galpão protegida das intempéries. Pode estar caminhando sobre a linha da viabilidade de sua recuperação agora, mas arrisco dizer que num futuro próximo será encarada como um exemplar muito viável e propício ao restauro.
    Me pergunto se seria interessante levantá-la visando exportação; aposto que atrairia alguns olhos na Alemanha.

    • Muito oportuno seu comentário, Charles. Sei de duas kombis (corujinha) que aguardam uma morosa baixa no Detran para embarque para a Inglaterra.
      Da mesma forma o interesse que o “nosso” SP2 despertou para colecionadores na Alemanha.
      abraço

      • Exatamente, Valuck. Até as Kombis “modernas” (leia-se carat) chamam a atenção do público bretão justamente para virarem “camper vans”. Fato é que a configuração boxer a ar se tornou rara na Europa e nossas famílias VW com esse motor ainda são relativamente abundantes e pouco valorizadas por aqui. Para o europeu, carros assim já são altamente colecionáveis.
        Fico feliz que muitos estejam sendo exportados, por dois motivos:
        – Estabelecer que nossos nacionais antigos tem sim muito valor em relação ao antigomobilismo a nível mundial (já que muita gente gosta de pintar que antigo verde-e-amarelo é “lixo” ou carro de valor histórico “inferior”);
        – Preservar efetivamente muitas unidades sem com isso extinguir os antigos por aqui e, de certa forma, ajudar a criar uma realidade colecionável a tempo de salvar muitas carrocerias (como essa própria Brasília) do lixo.
        Aliás, à pesar dos pesares, todo o automóvel com um pouco de idade e cuja originalidade permaneceu preservada é um pequeno regalo, um objeto a ser valorizado e que tem lá sua beleza.
        Abraço

        • De fato, alguns carros nacionais estão despertando interesse no exterior, porém em muitas vezes, são carros exclusivos do Brasil.

          Um clássico que atrai a atenção de muitos colencionadores lá fora, é o Karmann Ghia TC, e é um carro com um baixo índice de fabricação, que gira em torno de 18 mil exemplares, o mesmo ocorre com o SP2, os quais fabricaram aproximadamente 10.200 exemplares.

          Esses dois supracitados, não tenham dúvidas, são bem valorizados lá fora.

          Outros que chamam atenção são o Interlagos e o Uirapuru.

          O problema dos carros nacionais, ao meu ver, são os seus preços. Ver alguem pedir um valor exorbitante por um Corcel, me desculpem, não consigo aceitar. É ridículo.

          Não desmerecendo eles, ao contrário, só que infelizmente estamos vivenciando uma supervalorização dos carros antigos, esta, absurda e inflacionada, sem embasamento algum. Um Aero Willys passou a ser considerado um carro raríssimo, um Maverick passou a ser equiparado ao Mustang top de linha (500 GT).

  6. Feliz ano novo a todos!
    A Brasa acho que já era, doadora somente, o fusca ao lado Idem!
    Vejo sempre um chevette 4 portas andando por aqui, deve ser modelo 83-87, e já acho bem raro! Brasa 4 portas só vi quando era moleque!

  7. Em muitas cidades, mesmo nos anos 70 e 80, era exigido que os veículos de praça, ou os táxi, tivessem quatro portas. Naquela época, sabe-se lá porque, os brasileiros simplesmente abominavam as portas traseiras.

    Preconceito bobo que trazia benefícios apenas para as montadoras, visto que saia mais em conta produzir veículos com 2 portas.

    Voltando aos táxis, os choferes de praça encomendavam das montadoras Brasílias, Chevetes, Voyages, Monzas e até Opalas com as benditas quatro portas.

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