16 thoughts on “VW Variant II, Marcelo KT, Porto Alegre, RS

  1. Gosto de Variant II, por muito pouco uma cinza não foi meu primeiro carro, em espetacular estado. O dono complicou no preço, não quis baixar 200 reais, dae comprei um Landau que, aliás, tenho até hoje, hehehe.
    A da foto está estacionada no mesmo local a mais de um ano desde que reparei, então, foi inevitável o envio da foto para o site!!!
    Se der uma pintura nova e uma olhada na mecânica, pode ser usada normalmente, se não estiver com o tabelier rachado, se tiver, pra mim, inviabiliza, pois nada mais depreciativo num carro antigo que o tabelier rachado, éca.

    • Agora que reparei, Marcelo: esta aí tinha limpador e lavador do vidro traseiro e ainda está com o raro escapamento original, com duas saídas. Eu considero Variant II uma Brasília com maciez de Passat.
      E quanto ao tabelier, grande verdade. Na hora da compra da minha Brasília 4 portas o que contou também foi isso. As laterais de porta até precisavam de um trato e tal, mas o painel estava em excelente estado. Isso enche os olhos.

  2. Parece bem original ainda, alinhada, e c/ alguns pontos de ferrugem!
    Já rara de ver na ruas, merece uma chance de voltar e eu adotaria sim, o acabamento interno dela é bom, a mecânica é simples, e tem bastante espaço interno….quando crianção meu pai teve 4 dessas variants, de diversas cores (amarela, marrom, verde musgo e azul metalica), por isso tenho um apego por essas variants e por dodges polaras, que me pai teve uns 5 tbm.

  3. Donos de Passat vão aos tapas por estas rodas rsrsrsrs

    Faz tempo que não vejo uma variant destas nas ruas, meu vizinho tinha uma desta mesma cor e com o “requinte do ar quente” , era bem macia de andar e o acabamento interno era razoavel,mas mesmo na época ja não tinha grande valor comercial.

  4. Fato 1: Essa variantona II a ar foi um erro estratégico do Presidente da Volkswagen do Brasil, que contrariou a matriz alemã que não queria mais lançamentos da VW aqui com motor de fusca (isso inclui o Gol BX, tanto que o mudaram para água, o SP2 também foi queda de braço com a matriz que não queria o projeto)

    Fato 2: Imagina como seria viajar no banco traseiro ouvindo as rajadas do motor a ar, mesmo porque aquela tampinha vagabunda não isolava quase nada

    Fato 3: Realmente apesar de obsoleto o motor a ar era indestrutível, pequenas manutenções com correias, velas e regulagens do distribuidor e carburador, e só, mas a grande chaga do carro (e dos outros todos da época aqui, infelizmente) era a lataria, ferrugem aparecia logo, até em carro com um ano de uso, e as variants II sofriam com a ferrugem decorrente da falta de aplicação dos tratamentos anti-corrosão que já existia na Europa mas não usavam aqui por não quererem investir nas fábricas (afinal iam vender os carros mesmo, ferruginosos ou não)

    Fato 4: Esse carro tinha um sério problema de estabilidade acima dos 100 km/h, devido à ausência de peso na dianteira e suspensão telescópica, feita para se contrabalancear com motor na frente (nesse ponto a variant I com sua suspensão de torção se dava melhor, por incrível que pareça), sofria também com um desalinhamento crônico, que se revelava precocemente com o carro ainda novo com meses de uso e nem as autorizas conseguiam tirar

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